sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Veja as proposta da duas Chapas: Novos Rumos e Centenário

Proposta da Chapa Novos Rumos: Proposta Modelo de Gestão Novos Rumos - Biênio 2013/2014

Proposta da Chapa Centenário:

Clubes paraenses devem virar patrimônios culturais


Foram aprovados, na última quarta-feira, 28, na Assembleia Legislativa do Estado, os Projetos de Lei de números 149, 150 e 151/2012, de autoria do deputado Raimundo Santos, líder do PEN, que declaram Remo, Paysandu e Tuna Luso como patrimônios culturais de Natureza Imaterial do Estado do Pará. Inicialmente, o projeto contemplava apenas os três mais tradicionais clubes de futebol da capital paraense. Mas uma emenda do deputado Márcio Miranda (DEM), anexada ao projeto 149/2012, incluiu outros quatro clubes, estes do interior do Estado, no caso Castanhal, Águia, São Raimundo e Cametá. Para entrar em vigor a lei só precisa agora da sanção do governador Simão Jatene.

Ao contrário do que se especulou, o projeto não impede que bens materiais dos clubes sejam vendidos por decisão das próprias agremiações ou alienados por determinação da justiça, conforme explica o autor do projeto. "A Assembleia não tem competência para legislar sobre processo de execução", diz Raimundo Santos. "Só a união conta com esse poder", completa. O deputado, porém, acredita que a lei sirva para dificultar de forma indireta que os clubes venham a perder seus respectivos patrimônios. "O projeto, de certa maneira, permite ao poder público interferir em qualquer tipo de negociação envolvendo os patrimônios dos clubes, por se tratar de bens culturais da população", diz Raimundo Santos.

O deputado informou que a criação do projeto foi reinvindicada, inicialmente, pelo grande benemérito do Remo Ronaldo Passarinho e, depois, encampada por cartolas ligados ao Paysandu e Tuna Luso. A inclusão de clubes do interior, conforme explica Raimundo Santos, faz parte da emenda ao projeto de número 149/2012, que beneficia a Lusa, apresentada pelo deputado Márcio Miranda. Em sua justificativa, o deputado do DEM salienta a importância das quatro agremiações do interior ao desporto local. Ele ressalta a conquista do título brasileiro da Série D, obtido pelo São Raimundo em 2009, quando a competição teve a sua primeira edição, disputada por 39 equipes.

A expectativa do deputado Raimundo Santos é que a lei seja sancionada pelo governador Simão Jatene por toda a próxima semana. "Não vejo razão para veto, já que a lei só traz benefícios aos nossos clubes", justifica.

**Fonte JAmazonia

Bicolores devem ser pagos nesta sexta


Hoje foi o prazo definido pelo presidente do Paysandu, Luiz Omar Pinheiro, para quitar o débito da diretoria com os jogadores e comissão técnica. Desde a última segunda-feira, vários atletas aguardam o desfecho contratual com o clube para decidirem sobre o futuro. De certo, até agora, é que uma verdadeira barca deve se desligar do Papão nos próximos dias, a começar por esta sexta-feira.
“A nossa prioridade era pagar todo mundo até sexta-feira. Depois disso, quem tiver de ir já poderá arrumar sua vida e o Paysandu prossegue depois das eleições discutindo como será a formação do plantel, mas será a cargo da nova diretoria que assumir”, diz Luiz Omar. 

AMISTOSOS
O Papão deve participar de dois amistosos no Amapá, que já haviam sido acertados pelo técnico Lecheva. A intenção do técnico era ajudar a custear a viagem da delegação bicolor que irá participar da Copa São Paulo de Futebol Junior, em janeiro. O amistoso ficou acertado para os dias oito e nove de dezembro, O primeiro amistoso será em Santana e o segundo na capital, Macapá, com equipes a serem definidas.
“Vamos levar jogadores que possuem contratos com o Paysandu. Jogadores da base, e outros que figuraram no time principal, como Leandrinho, Thiago Costa, Yago Pikachu, Zé Augusto, Bryan, Thiago Costa, entre outros”, detalha o dirigente.
**Fonte Diário do Pará

Responsabilidade fiscal e Centro de Treinamento encabeçam propostas


Chapa da situação, a "Centenário" tem principal característica, segundo o conjunto de propostas, a transparência e a responsabilidade fiscal. Entre as principais propostas para o futebol está prosseguir as negociações existentes para a viabilização de um Centro de Treinamento no quilômetro quatro da Alça Viária, por meio de um comodato com o Governo do Estado, Além de profissionalizar a gestão do futebol.

Um plano de sócios do clube também está no projeto da chapa. A expectativa, caso eleita, é captar 14 mil associados até o ano do centenário do clube, 2014. Entre os benefícios, estão descontos ou gratuidades nos ingressos para partidas do time e o direito de poder participar das votações do clube, além estabelecer parcerias com farmácias, restaurantes e universidades.

A chapa é encabeçada pelo vereador por Belém Victor Cunha, tendo Ambire Gluck Paul como candidato a vice. Candidato a presidência, Victor Hugo Moreira Da Cunha Júnior tem 55 anos e é natural de Belém. O ex-empresário é sócio do Paysandu desde 1964, nunca chegou a ter um cargo de relevo dentro do Papão, mas vem de uma família conhecida pelos serviços prestados ao clube. Cunha participou das últimas eleições municipais da capital paraense e foi reeleito vereador.

A chapa "Novos Rumos", de oposição, tem como propostas basicamente o que foi apresentado em 2010, na chapa oposicionista encabeçada por Ubirajara Lima, derrotada pela situação: um time forte, a construção de um centro de treinamento, o fortalecimento das categorias de base, fortalecimento do sócio-torcedor, entre outras propostas. Dessa vez, o principal trunfo é o candidato a presidente, Vandick Lima. O engenheiro elétrico e professor universitário Sérgio Serra é o candidato a vice.

Nas últimas semanas a chapa apresentou uma proposta que pode balançar parte dos eleitores. Em parceria com o empresário Raul Aguilera, Vandick prometeu a construção de um CT num terreno de 50 mil metros quadrados em Benevides, de propriedade do empresário, que condicionou o aluguel por um preço camarada do terreno "Novos Rumos".

**Fonte JAmazonia

Paysandu escolhe hoje o seu presidente


Hoje, a partir das 16 horas, 1.126 eleitores darão o primeiro passo rumo a uma transformação significativa no sistema de gestão dos clubes paraenses. Será a primeira eleição direta pós reforma estatutária no Paysandu Sport Clube. A comunidade bicolor terá em suas mãos a opção de escolha entre duas chapas, a “Centenário”, liderada por Victor Cunha, e a chapa “Novos Rumos”, tendo a frente Vandick Lima. O vencedor vai comandar a instituição alvi celeste pelos próximos dois anos.
São duas lideranças diferentes disputando a simpatia do eleitor, assim como programas e projetos, mas ao final se unem com a mesma intenção: levar o Paysandu de volta aos tempos de glória e estruturar com seriedade um dos maiores clubes do Norte/Nordeste do Brasil. Às 21 horas, as urnas serão encerradas e terá início a apuração.
Sócios proprietários com as mensalidades em dia (que tiveram até o último dia 15 para quitar seus débitos), remidos, beneméritos, grandes beneméritos e ex-presidentes, num total de 1.126, formam a parcela apta ao direito de voto. O presidente da Assembleia Geral, Paulo Moraes, informa que o associado deve comparecer na Sede Social munido do documento comprobatório de voto para escolher cinco conselheiros e a chapa para a presidência.
“A Assembleia Geral do clube prevê, no critério eleições, eleger e dar posse aos membros efetivos e suplentes do Conselho Deliberativo. Nesse caso, a Assembleia elege e empossa. No dia seguinte, esses conselheiros eleitos e empossados se reúnem para eleger a mesa diretora, que é o presidente, dois vices e dois secretários; eleger o presidente e vice da Diretoria Executiva. Só em janeiro, o conselho vai dar posse ao presidente e vice da diretoria; e ainda na sexta-feira eleger e dar posse aos membros do corpo diretivo da própria Assembleia”, explica.
(Diário do Pará)

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

21 jogadores do Paysandu ficam sem contrato a partir desta sexta-feira


O Paysandu vive o clima de eleições, mas as atenções para o elenco de futebol não podem ser deixadas de lado, pelo menos não deviam. Vinte e um jogadores vão ter seus contratos encerrados nesta sexta-feira e, até agora, o clube ainda não se posicionou oficialmente sobre as possíveis renovações.
Na lista, onze jogadores participaram da campanha do acesso para a Série B do Brasileiro: Dalton, João Ricardo, Paulo Rafael, Fábio Sanches, Marcus Vinicius, Pablo, Wanderson, Neto, Leandrinho, Harison e Kiros.
Além desses, o que chama atenção também é o encerramento do vínculo do atacante Zé Augusto, que já decidiu encerrar a carreira no fim desta temporada.
Já no mês de dezembro, o clube deixa de ter obrigações com o lateral Rodrigo Fernandes, o volante Junior Maranhão, os meias Alex Gaibú e Thiago Potiguar e o atacante Moisés.
Trio que não está mais no elenco ainda tinha contrato
O que chamou a atenção na relação dos contratos do Paysandu é que três jogadores que não fazem mais parte do elenco ainda estão com contrato vigorando. O ex-goleiro Ronaldo, que atualmente é o preparador de goleiros do clube, além do volante Fabinho e do meia Washington.
Confira os contratos que estão encerrando

30 de novembro
Goleiros: Dalton, João Ricardo, Paulo Rafael e Ronaldo
Laterais: Jairinho e Daelson
Zagueiros: Adson, Fábio Sanches, Marcus Vinicius, Pablo e Tobias
Volantes: Wanderson, Danillo, Neto, Fabinho e Leandrinho
Meias: Harison, Washington e Bruno
Atacantes: Zé Augusto e Kiros

10 de dezembro
Goleiro: Rubens
Lateral: Rodrigo Fernandes

18 de dezembro
Volante: Junior Maranhão
Meia: Alex Gaibú

30 de dezembro
Lateral: Kleber
Meia: Thiago Potiguar

31 de dezembro
Atacante: Moisés

**Fonte GloboEsporte/PA

Esclarecimento sobre a eleição


O presidente da Assembleia Geral, responsável pelo andamento da eleição no Paysandu, Paulo Moraes, convocou uma entrevista na tarde de ontem, na sede social do clube, para esclarecer como será o pleito. Além de falar sobre a votação para os conselhos diretivo e deliberativo, ele mencionou o fato de que, como será a primeira eleição com o novo estatuto, muitas pessoas que tinham direito a voto acabaram perdendo a oportunidade de validarem suas situações e ficarão de fora do pleito de amanhã.

"Têm direito a voto os sócios proprietários e os sócios remidos. O sócio proprietário tem que estar com suas mensalidades em dia e o último dia para isso foi 16 de novembro, quem não fez isso não poderá votar. Em torno de 1.100 sócios estão aptos a votar", disse. "Houve uma modificação no estatuto quanto a isenção dos Beneméritos e dos Grandes Beneméritos quanto ás mensalidades sociais. Foi retirada essa isenção. Então, eles deixaram de ser isentos e têm que cumprir o mesmo do sócio proprietário. Alguns pagaram até o dia 16, outros não e esses não vão votar, quem diz isso não sou eu, está escrito no estatuto", completou Moraes.

Segundo o presidente da Assembleia Geral, há a certeza de que não haverá qualquer tipo de problema durante a votação, ainda assim os cuidados estão sendo tomados para evitar que qualquer coisa atrapalhe o andamento da escolha entre Vandick Lima e Victor Cunha como novo presidente do clube. "Não acredito que haja algum embaraço. Se vier alguém para tumultuar vou tomar providências. Foi dado conhecimento a todos os sócios em jornal. Se alguém não teve o cuidado de conhecer o novo estatuto não terá desculpa para querer votar", confirmou Moraes, que afirmou não procurou levantar uma lista de quem não poderá votar, e sim de quem estará apto. "Tenho que tomar conhecimento de quem está apto, não de quem não está."

A eleição para a escolha do novo comando bicolor será amanhã, com a votação indo das 16 horas até 21 horas, com a apuração logo em seguida. Como o próprio Moraes afirmou, como será a primeira votação com esses moldes, a contagem dos votos pode sofrer algum atraso. Quanto aos boatos de que houve uma enxurrada de títulos de sócios nos últimos meses, alguns irregulares, ele deixou claro que haverá uma severa fiscalização amanhã para evitar qualquer possibilidade de fraude.

"Só votará quem estiver com o nome na folha de votação. Se alguém não tiver o nome, terá a situação examinada pela mesa da Assembleia Geral. Tomamos conhecimentos que há na cidade alguns títulos levados daqui do clube. Para preservar qualquer situação irregular todos os casos serão avaliados."

**Fonte JAmazonia

Potiguar não será mais jogador do Paysandu em 2013


O destino do meio campista Thiago Potiguar vai se encaminhando cada vez mais para um adeus ao Paysandu. O jogador, que tem seu contrato com o clube encerrado nesta sexta-feira (30), deve mesmo deixar a Curuzu, e já teria recebido propostas de times do nordeste, até mesmo do Flamengo, como algumas informações davam conta nos últimos dias. A assessoria de imprensa do clube não confirma os boatos, mas reitera a posição do clube em relação ao atleta.
“Não sabemos como anda a situação dele e essa história do Flamengo, mas isso deve ser assunto dele com o empresário, que pode estar atrás de opções para levá-lo, a única certeza é que não fará mais parte do time no ano que vem”, informou o assessor de imprensa, Jorge Luiz Lopes. Opinião, inclusive semelhante a do presidente, que posicionou o desfecho contratual de maneira natural e amena.
“Olha, eu já tinha tido uma conversa com o Potiguar, que já havia dito, não de maneira negativa, que desejava procurar outros ares, jogar em outros clubes. Ele foi um bom jogador e vamos encerrar a parceria entre o Paysandu e ele da melhor maneira”, acrescenta Luiz Omar Pinheiro.
Além do Flamengo, informação não confirmada até o momento, existe propostas de alguns clubes do nordeste, como o Náutico e Santa Cruz, que admitiu interesse por meio do diretor de futebol do clube, Constantino Junior, que assistiu o meia na época da Copa do Brasil, quando jogou contra o rival Sport. Potiguar jogou parte do campeonato no meio campo, mas depois, por opção do técnico Lecheva, foi deslocado para o ataque. Encerrou sua participação na Série C com quatro gols.
** Fonte Diário do Pará

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Bicolor à espera da grana


A peregrinação diária de jogadores e membros da comissão técnica à Curuzu em busca do pagamento dos salários atrasados teve mais um capítulo infrutífero. Ontem, eles estiveram no estádio bicolor e mais uma vez nada receberam, com a diferença que dessa vez o presidente Luiz Omar Pinheiro conversou com os atletas e marcou outro encontro para sexta-feira, depois de amanhã. De acordo com o dirigente, a demora para o pagamento se deve pela espera da chegada do dinheiro proveniente da venda dos direitos econômicos do lateral Yago e também da venda do meia Paulo Henrique Ganso do Santos-SP para o São Paulo-SP. Como clube formador, o Papão tem direito a uma porcentagem desse montante.

"A prioridade até sexta-feira é pagar os jogadores. Segunda-Feira começa o período de transição para saber quem volta e quem não volta. Por uma questão de ética terei que decidir com quem for eleito. Até dia 5 de janeiro sou presidente, mas não vou atrapalhar em nada", disse Pinheiro. "São as duas principais fontes de arrecadação, o dinheiro do Pikachu e o dinheiro do Ganso. As pessoas acham que vender jogador é fácil, mas envolve muitas coisas. Houve um adiantamento por confiança, mas faltam pequenos detalhes e até sexta-feira isso deve ser resolvido", completou o presidente.

Para quem espera somente essa definição para voltar à cidade natal, fica a confiança de que tudo será resolvido o quanto antes e da forma que esperam, com dinheiro. "Precisamos de uma resposta para definir nossa situação, mas acho que isso tudo só sai partir de sexta-feira", comentou o meia Alex Gaibu.

Segundo o presidente bicolor, o pagamento do que o clube tem que receber por Ganso ainda não é certo para sair essa semana. Ele informou que na sexta-feira haverá uma reunião entre representantes do Papão e do Peixe para que esse dinheiro saia logo. "O Paysandu tem direito a algo em torno de R$ 318 mil. O advogado contratado pelo Paysandu vai se reunir na sexta com o jurídico do Santos-SP, que quer um desconto. Mas o Paysandu está numa situação tão delicada que não há condições disso."

**Fonte JAmazonia

Luiz Omar promete pagamento até sexta


Depois de aguardar um dia a presença do presidente do Paysandu, Luiz Omar Pinheiro, os jogadores se reuniram na tarde de ontem com o mandatário bicolor para resolver as pendências salariais. Por volta das 17h30, LOP chegou à Curuzu e primeiro concedeu entrevista coletiva para esclarecer como está se dando o processo de negociação entre a diretoria e os atletas.
“A prioridade até sexta-feira é pagar os jogadores. E depois que pagar, vamos começar a liberar os que não são de Belém. Alguns devem ir e outros devem ir e voltar, até porque, a partir de sexta-feira o Paysandu tem um novo presidente. Na segunda-feira começa o período de transição e eu tenho de esperar o próximo (presidente) para que ele possa sentar comigo e dizer quem interessa a ele, inclusive porque eu presido o clube até o dia 5 de janeiro”, esclarece.
O dirigente também falou sobre a utilização do dinheiro da venda de Yago Pikachu e a cota na venda de Paulo Henrique Ganso ao São Paulo, como garantia de evitar a venda da sede social. “São as duas fontes principais de arrecadação. Já houve o adiantamento por confiança, o negócio já está praticamente sacramentado, mas ainda não está (oficialmente), por isso preciso esperar até sexta-feira para resolver o problema e pagar todo mundo”, prossegue, adiantando o teor da conversa com o advogado Henrique Lobato, contratado por Arinelson e Jóbson.
“Ainda hoje, (ontem), reuni com o Henrique Lobato e fiz mais uma proposta, a final, que o clube pode chegar”, admite, fazendo meio termo para divulgar o teor. “Estamos propondo 100 mil para cada, em um acordo casado. É o máximo, mas ainda não está fechado”, completa.
**Fonte Diário do Pará

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Paulo Rafael cita a fiel para defender a meta do Papão em 2013


O goleiro Paulo Rafael vinha sendo um dos grandes nomes do Paysandu na temporada quando se lesionou na quarta rodada da primeira fase da Série C. Ele lesionou o ombro num lance isolado no empate em 3 a 3 com o Santa Cruz-PE, dia 20 de julho, em Recife (PE). A contusão foi bem mais séria do que se pensava e ele teve que se submeter a uma cirurgia. Somente em janeiro ele deve ser liberado para os primeiros treinos físicos. Por causa da cirurgia o clube seria obrigado a automaticamente renovar o contrato do jogador, mas Paulo Rafael abriu mão de prolongar esse vínculo. Os motivos seriam algumas sondagens de outros clubes. Um deles, disse o jogador, foi o Náutico-PE.

O Timbu disputa a Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro e a capital pernambucana é uma cidade a que Paulo está bem aclimatado, já que defendeu o Sport Recife-PE ano passado. "O goleiro do Sport, o Saulo, é muito meu amigo e sempre conversamos. Ele me perguntou se vou voltar a Recife, mesmo, se vou para o Náutico. Eu tenho propostas de clubes de Série B e da A. Estou pensando e esperando uma proposta do Paysandu. Não quero ficar empatando ninguém e preciso seguir meu caminho", confirmou o goleiro bicolor.

Ao mesmo tempo em que diz esperar "ser o goleiro do Paysandu de 2013 e ajudar mais ainda", Paulo espera por uma definição da diretoria quanto a permanência. Ele não nega a vontade de uma renovação, mas precisa antes de uma boa conversa. "Vou conversar essa semana e acertar algumas coisas que ainda estão pendentes, algumas coisas que o clube ainda me deve, aí sim vamos pensar em 2013. Se for para ficar e for bom para todos, eu renovo, sem problema", disse. "Quero voltar a disputar uma Série B e gostaria que fosse aqui, mas ainda não sei como vai ser. Dei uma parcela de contribuição com o acesso do Paysandu e pretendo ajudar em 2013 para, quem sabe, levar o time de volta à elite do futebol nacional", completou Paulo.

Pesa nessa vontade a relação que o goleiro tem com a torcida. Mesmo jogando muito pouco na campanha do acesso, ele sempre teve o nome lembrado pela Fiel como certeza de titular para 2013. "Até no aeroporto, quando fui receber meus companheiros após o acesso, notei o apoio da torcida, que sempre me pergunta quando vou voltar. Isso me deixa ansioso para poder jogar de novo. Sou profissional, mas também sou torcedor do Paysandu e quero sempre o melhor para o clube. Nas ruas, na fisioterapia na academia, sempre recebo muito carinho"

**Fonte JAmazonia

Clube tem que repensar o planejamento


O resultado dentro das quatro linhas foi o mais objetivo possível, e nem mesmo a não conquista do título abafa o que foi ganho como suor dos jogadores, mesmo que grande parte deles jogassem todas as expectativas em cima da conquista como forma de estruturar uma carreira sólida no futebol, principalmente aos garotos das categorias de base, como Yago Pikachu, Pablo, Neto, que apareceram há pouco nos holofotes esportivos.
No entanto, para tal missão, é preciso mais que um time. É preciso uma boa diretoria, dirigentes comprometidos e sérios, não que falte pessoas desse tipo na Curuzu, mas a sensação é que as coisas poderiam fluir melhor caso a gestão fosse um pouco mais organizada. “No decorrer do campeonato, você contrata jogadores que depois, quando não jogam, pedem pra ir embora. Acho que é preciso conversar para sintonizar as ideias e o atleta ficar o ano todo não apenas duas ou três partidas. Que não atrapalhe o andamento da competição, como aconteceu esse ano”, cutuca Leandrinho, sem citar nomes.
“Espero que ano que vem esteja bem estruturado, um planejamento para montar uma grande equipe que faça uma grande campanha, e evite alguns vacilos. Quando o time ganhava dentro de casa, várias vezes permitimos o empate no fim, e eu creio que ano que vem será diferente, teremos mais atenção”, termina Leandrinho. 
**Fonte Diário do Pará

Atletas querem uma definição


reapresentação do elenco bicolor aconteceu ontem à tarde, na Curuzu, e o principal motivo do retorno dos jogadores era uma conversa com a diretoria que, dentre vários assuntos, definiria a forma de pagamento dos salários atrasados. No entanto, o presidente Luiz Omar Pinheiro não apareceu e a reunião teve que ser transferida para a tarde de hoje, no mesmo local. Para os atletas, fica a expectativa que o encontro de logo mais seja mais proveitoso. Muitos estão na iminência de voltar às cidades natais e precisam de uma definição.

O meia Alex Gaibu não escondeu a ansiedade em se reunir com o presidente do clube para definir seu futuro e, claro, saber se terá seu contrato renovado com o time paraense ou se aguardará novas propostas para a próxima temporada. "Até agora não nos passaram nada. Estamos na expectativa de uma possível reunião com o presidente, amanhã (terça-feira, dia 27). Acabou o campeonato e estamos no aguardo para resolver a situação de cada jogador. Vamos aguardar com muita paciência para que tudo se resolva o mais rápido possível, para que cada um vá para sua casa passar as férias e defina seu futuro, se retorna para o clube ou se vamos em busca de novos desafios".

Para o volante Ricardo Capanema, que tem contrato com o clube até o ano que vem, a ansiedade é para receber os atrasados e poder sair de férias antes da reapresentação para a próxima temporada, o que deve acontecer ainda em dezembro. "Isso chateia um pouco. Fizemos nossa parte que foi o acesso, mas acredito que a diretoria está correndo atrás e amanhã vai nos dar uma definição para todos ficarem tranquilos neste final de ano", disse. "A gente fica ansioso para poder receber e ter as coisas que necessitamos. Felizmente o presidente é um cara honesto e está fazendo de tudo para que tudo fique certo para a gente", completou Capanema.

Leandrinho é um dos que também esperam para saber se vai permanecer no clube em 2013. "Até agora não passaram nada. Viemos para levar nossos materiais. Há muita gente com proposta, inclusive eu. Meu contrato termina dia 30 e recebi propostas de fora do Estado e daqui mesmo, mas meu pensamento é de permanecer e já disse isso ao presidente".

"Espero que a diretoria venha conversar comigo para tentar um acerto, mas se não der, a vida segue e vou dar garra para representar o time que estiver", completou.

**Fonte JAmazonia

Reunião do Conselho envolve Yago Pikachu


As vésperas das eleições no Paysandu, o Conselho Deliberativo bicolor reuniu na noite de ontem, na sede social, para discutir a venda de Yago Pikachu há um grupo de investidores e a situação da própria sede, que passou recentemente por dois processos de leilão, e por sorte conseguiu escapar ilesa sem oferta de interessados. As duas pautas, no entanto, devem se tornar um único tema.
Tudo porque, os conselheiros do clube aprovaram  a venda de Yago para sanar algumas dívidas internas, no entanto, o acertado teria sido que, no caso do valor de R$ 700 mil, o dinheiro deveria ser antecipado, ou seja, em uma única parcela, fato não concretizado, haja vista que o clube recebeu um adiantamento de R$ 200 mil, divididos em duas parcelas iguais. Sendo assim, a reunião serviria para explicar como, de fato, foi fechada a negociação em torno dos 70% dos direitos econômicos de Pikachu.
Por outro lado, diante do risco de perder o imóvel da sede social, avaliado pela Justiça em R$ 11,2 milhões, já existe a possibilidade do dinheiro da negociação de Yago Pikachu servir para evitar a hasta pública e o consequente arremate, o que causaria um prejuízo inestimável, até pelo valor simbólico da sede social para sanar a dívida de R$ 4,7 milhões com Arinelson e Jobson. A Justiça marcou novo leilão para o dia 17 de dezembro, daí a necessidade de discutir se o valor da venda de Pikachu será ou não revertido para entregar a contrapartida pedida pelo advogado de defesa.
O diretor de futebol, Antônio Cláudio ‘Louro’ explicou que o mais provável é chegar num acordo com o advogado Henrique Lobato, representante dos interessados para adiar o pagamento da dívida. “Pedimos para o advogado conversar os ex-atletas e tentar adiar o negócio até o princípio do ano que vem, para que possamos resolver da melhor forma”. Sobre a garantia da venda de Pikachu, ele foi enfático. “Uma dívida de quase 5 milhões, é difícil fazer negócio pelo valor do passe do Pikachu, o mais certo é adiar por 30 dias para fechar negócio por completo”, termina. 
**Fonte Diário do Pará

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Papão bem servido no gol


Quando o elenco o Paysandu se reapresentar ano que vem, pelo menos três goleiros estarão garantidos entre os presentes na Curuzu. Paulo Rafael, Paulo Wanzeler e Dalton tiveram (ou terão nos próximos dias) os contratos renovados por mais um tempo, ainda indefinido. Todos passaram por lesões sérias e tiveram que se submeter a cirurgias. Todo atleta nessa condição não pode ficar sem contrato. Mas nenhum deles deve ter condições de jogo antes de fevereiro, quando pelo menos os dois Paulos devem voltar a trabalhar fisicamente. Com isso, as chances de João Ricardo permanecer são grandes.

São grandes não só pelas situações dos companheiros, mas também pelas boas atuações que teve desde que foi efetivado entre os titulares. Antes do segundo jogo contra o Icasa-CE, o jogador comentou sobre a saudade da família que não vê há tempos e o quanto essa falta é minimizada pelo fato de estar empregado. 'Estou há sete meses longe da família, mas futebol é assim. O importante é estar empregado, que é bom demais', afirmou João.

Para o preparador de goleiros Ronaldo Willis, com o retorno dos lesionados e a presença de João Ricardo, o gol é um setor que não precisará ser reforçado. 'O Paysandu terminou o ano bem servido de goleiro. O João (Ricardo) entrou e fez um bom trabalho. No final de dezembro teremos o retorno do Paulo Wanzeler e em fevereiro teremos o Paulo Rafael e o Dalton. Somente se não houver renovação com alguns deles a diretoria vai ter que contratar', explicou Ronaldo.

Atualmente, o elenco bicolor tem em condições de jogo, além de João Ricardo, Rubens e Paulo Eduardo. Os dois últimos vivem situações indefinidas. O primeiro foi contratado para compor o elenco devido às frequentes contusões e não há certeza se vai permanecer, ainda mais os retornos dos que estão lesionados. Já Paulo Eduardo é da base do clube e pode ser o goleiro da Copa São Paulo de Juniores, competição que será disputada em janeiro do ano que vem.

Segundo Ronaldo, mesmo com a desclassificação na semifinal da Série C, o elenco tem que ser reconhecido pelo que fez, em especial a conquista do acesso para a Segunda Divisão. 'O grande objetivo do Paysandu era o acesso. Foram cinco anos de busca sem sucesso. Agora o sentimento que fica entre todos é o de dever cumprido.'

**Fonte JAmazonia

Paysandu está saindo do sufoco com negociação


A alegria pela recente transação financeira envolvendo Yago Pikachu, somada a possível cota sobre a venda de Ganso, deu lugar à preocupação. Na última sexta-feira, misteriosamente uma quantia de R$ 28 mil desapareceu da Curuzu. O dinheiro separado era parte do pagamento da folha dos funcionários e profissionais ligados à base do clube.
Em conversa com os funcionários, a diretoria estabeleceu o pagamento dos salários em duas partes, e o valor furtado era referente à segunda parcela, programada após o jogo contra o Icasa. Mas, para a surpresa de todos, a quantia havia sumido. “Esse dinheiro já estava separado. Tinha sido pago mais de R$ 70 mil aos funcionários, e o restante eles tinham sido convocados para receber no outro dia, mas infelizmente quando o nosso funcionário entrou na sala onde estava guardado, não havia nada”, descreve o vice-presidente do clube, Toninho Assef.
Conforme o dirigente, de imediato o responsável pela sala foi encaminhado à delegacia para fazer o registro e iniciar as investigações. “Nossos advogados encaminharam o nosso funcionário Messias pra delegacia. Ele fez o boletim de ocorrência e de lá a Polícia pediu a perícia do Instituto de Perícias Científicas Renato Chaves, para poder tirar as digitais a fim de descobrir o suposto meliante”, alerta Assef.
Depois de mais um estranho acontecimento na Curuzu, o vice fala em investigações maciças para evitar o que considera um “abuso” por parte de pessoas de caráter duvidoso que se aproveitam para prejudicar o clube. “Levaram o videogame do Rodrigo Fernandes, tem que ser apurado, descoberto quem está furtando. Ninguém sabe. Lá moram jogadores, isso não pode ocorrer dentro do clube”, encerra.
Um Ganso dos ovos de ouro
De grão em grão a galinha enche o papo, já dizia o velho dito popular. Dessa maneira, o Paysandu pretende levantar dinheiro para saldar suas dívidas na despedida da administração Luiz Omar Pinheiro. Os quase dois meses de salários atrasados, somados à premiação pela conquista do acesso à Série B e o compromisso com a folha dos funcionários, quase colocam o Alviceleste de pernas para o ar, mas eis que agora ele começa a respirar com tranquilidade.
Primeiro foi a venda de Yago Pikachu, que garantiu cerca de R$ 700 mil ao Papão. Foram negociados 70% dos direitos federativos, o clube permanece com 30% e ainda pode faturar caso ele seja renegociado posteriormente. A outra novidade é que o clube também deve faturar uma quantia em cima da venda do meia Paulo Henrique Ganso, que foi negociado recentemente com o São Paulo por um valor estipulado em R$ 24 milhões.
De acordo com o presidente Luiz Omar Pinheiro, o craque paraense, que teve passagem pela base bicolor, deve render uma quantia referente a 1,3% do passe do Ganso, que renderia, de acordo com seus cálculos, algo em torno de R$ 326 mil, já acertado com o clube. “Conversei com o presidente do Santos para tratar sobre essa questão, já que no processo consta que o Paysandu tem direito. Aceitamos um prazo pedido por eles, por entender que esse dinheiro vai nos ajudar muito a quitar nossos compromissos”, revelou Luiz Omar.
** Fonte Diário do Pará

domingo, 25 de novembro de 2012

Para Ronaldo, Paysandu não precisa contratar goleiros em 2013


O Paysandu não joga mais em 2012. Agora, resta dar férias ao elenco e, a partir de dezembro, começar o planejamento para a próxima temporada, quando o Papão disputará a Segunda Fase do Parazão, a Série B nacional e a Copa do Brasil. Nesse meio tempo, o plantel deverá ser reformulado, com várias dispensas e contratações. Porém, para o preparador de goleiros Ronaldo Willis, tem um setor que não precisará ser reforçado.
– O Paysandu está bem servido de goleiros. Graças a Deus o João Ricardo entrou bem na reta final da Série C do Campeonato Brasileiro e deu conta do recado. Vai depender muito da renovação ou não com o João. Se não renovar, nós teremos que ir em busca de, pelo menos, mais um goleiro para entrar bem no Campeonato Paraense – afirmou Ronaldo.
Atualmente, o Paysandu tem três arqueiros no time principal: João Ricardo, Rubens e Paulo Eduardo. No próximo ano, a meta bicolor deverá contar com o retorno de outros três atletas que, hoje, ocupam o departamento médico do clube. São eles Paulo Rafael, Paulo Wanzeler e Dalton.
– O Paulo Wanzeler volta no final de dezembro deste ano. Já o Dalton e Paulo Rafael voltam em fevereiro de 2013 – revelou.
**Fonte GloboEsporte/PA

Papão prestes a fazer história em suas eleições


Pela primeira vez na história do futebol paraense, talvez do Norte do Brasil, um clube vai experimentar o processo democrático na escolha de seu gestor. Um processo transparente, onde a livre concorrência e escolha serão as principais ferramentas que conduzirão o futuro do Paysandu Sport Club nos próximos dois anos. O dia 30 de novembro ficará marcado como o dia em que o sócio, injustamente abandonado durante os anos, finalmente terá voz e vez.
Duas correntes estão na luta pela presidência bicolor, e ambas acumulam, entre seus pares, serviços prestados à comunidade bicolor. De um lado, a situação é representada pela chapa “Centenário”, encabeçada por Victor Cunha como presidente e Ambire Gluck Paul para vice; e do outro lado, Vandick Lima presidente e Sérgio Serra vice.
Como histórico, a chapa novos rumos tem em seu maior representante um herói da torcida. Vandick participou como jogador, do período de maior glória do time, conquistou grandes campeonatos, como o a Série B de 2001, a Copa Norte e Copa dos Campeões de 2002, e ainda participou da honrosa expedição na Taça Libertadores da América, no mesmo ano.
Victor Cunha vem de uma família tradicionalmente alviazul. Apesar de não ter feito carreira no futebol, acumula seu sexto mandato como vereador e tem contribuição social dentro do Paysandu. Seja quem for eleito, o importante ao final do processo é, sem sombra de dúvida, um marco que inclusive o distancia do maior rival, preso em um emaranhado de discussões a cerca do sistema eleitoral. No total, 1.100 sócios estão aptos a votar, sendo 772 sócios remidos; 301 sócios proprietários e 37 sócios divididos entre ex-presidentes, beneméritos e grande-benemérito.
Victor Cunha é apoiado pelo atual presidente do clube

Em oposição ao atual mandatário está a chapa “Novos Rumos”, que tem à frente o vereador e ídolo da torcida, Vandick Lima, como presidente, e o engenheiro elétrico e professor Sérgio Serra para vice. Diferente da “Centenário”, a plataforma de campanha para convencer os sócios gira preferencialmente em torno da formação de um time competitivo, desde as categorias de base, partindo para o crescimento do futebol, que em consequência alavancará toda a estrutura do clube, possibilitando melhor gerenciamento e desenvolvimento das atividades planejadas.
“Depois que tivermos o terreno para a construção do Centro de Treinamento e conseguirmos de fato construí-lo, vamos formar um bom time, desde as categorias abaixo. Eu imagino que é por aí que passa a reestruturação do clube para voltar a ser grande, como o Paysandu sempre foi e deve permanecer sempre”, entende Vandick, que participou das maiores glórias como jogador do clube, a exemplo do título da Copa Norte (2002), Copa dos Campeões (2002) e a histórica participação na Taça Libertadores, onde venceu o temido Boca Juniors em plena La Bombonera.
O candidato prefere não entrar no mérito da atual gestão, mas afirma que, após os seis anos de Luiz Omar à frente do Paysandu, chegou a hora de renovar os quadros do clube. “Ele já deu sua contribuição no Paysandu. Depois de seis anos, finalmente conseguiu colocar o clube na Série B, mas ele não é candidato e nós temos as nossas propostas, que tenho certeza serem capazes de cumprir para trazer o Paysandu de volta ao cenário nacional”, acrescenta, acompanhando o mesmo pensamento do candidato à vice, Sérgio Serra.
“Essa chapa traz no nome do nosso objetivo. Nós queremos novos rumos. Novos rumos de gestão. Novos rumos de publicidade, novos rumos de respeito ao sócio. Um olhar que temos com carinho é para com os sócios. A razão de tudo existir é o torcedor, que queremos transformar em sócio”, termina. 
**Fonte Diário do Pará

Thiago Potiguar sobre o Paysandu: 'Acho que eu não vou ficar aqui


Depois de vender Yago Pikachu por R$ 700 mil e se mexer para receber R$ 326 mil da venda de Paulo Henrique Ganso do Santos ao São Paulo, o Paysandu deve ganhar mais dinheiro com a possível venda de Thiago Potiguar. Isto foi o que o próprio jogador falou à reportagem do Portal ORM.

Em Belém, de folga, após a eliminação nas semifinais da Série C o meia que virou atacante Thiago Potiguar conversou com a reportagem do Portal ORM e revelou que deverá deixar o Paysandu ainda neste ano.

'Rapaz, a gente recebeu algumas propostas aí. Tem clube da Série A e tem clube da Série B. A gente está vendo o que vai ser melhor, mas acho que eu não vou ficar aqui no Paysandu mais', disse.

Thiago Potiguar, de 27 anos, foi um dos destaque do Paysandu nesta temporada, tanto no campeonato paraense, quanto na Copa do Brasil e na Série C do campeonato brasileiro e vive mais um momento de saída do clube. Aliás, este é o terceiro, já que o jogador, que veio do Potyguar, de Currais Novos, cidade onde nasceu, já deixou a Curuzu para jogar no chinês Henan Jianye e no Fortaleza (CE), ambos por empréstimo.

Camisa 10 e capitão na primeira semifinal contra o Icasa (CE), em Paragominas, Thiago lamentou a eliminação do Paysandu e disse que queria o título: 'Queria ser campeão. O nosso time tinha condições, mas perdemos para o Icasa no primeiro jogo, quando fizemos 3 a 0 no primeiro tempo e deixamos os caras fazerem dois gols no segundo. Isso quebrou o nosso time', falou.

**Fonte Portal ORM

sábado, 24 de novembro de 2012

Presidenciáveis do Papão opinam sobre Lecheva



Com a eliminação do Paysandu do Campeonato Brasileiro da Série C, os holofotes se viram para a eleição presidencial e para a formação da equipe que vai disputar o Campeonato Paraense e a Série B 2013. Neste sentido, o debate sobre o nome do técnico que vai comandar o Papão na próxima temporada também está em alta nos meios bicolores.
Segundo várias especulações de bastidores, o técnico Lecheva não seria uma unanimidade entre integrantes de ambas as chapas que concorrem ao pleito eleitoral no Bicola. Com a intenção de tirar essas dúvidas, o DOL entrou entrevistou Vitor Cunha, candidato a presidente pela chapa Centenário, e Vandick Lima, candidato a presidente pela chapa Novos Rumos.
O representante da atual gestão bicolor, o vereador Vitor Cunha, preferiu não opinar sobre assunto, deixando a decisão sobre uma possível continuação de Lecheva para ser debatido com toda a gestão.
“Eu não sou dono do clube. Eu sou democrático. Vou formar uma comissão para gerenciar o futebol e vou ter que escutar os membros deste comissão e todos os meus diretores para definir quem fica e quem sai do Paysandu. O presidente não pode definir tudo sozinho e eu acho que esse tipo de gestão será um avanço”, acredita.
Por outro lado, o presidenciável pela oposição a atual direção de Luiz Omar Pinheiro, Vandick Lima, defende incisivamente a permanência de Lecheva no comando do time de futebol do Papão.
“Ele (Lecheva) continua. Não tem porquê mudar o treinador que acabou de nos garantir o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro (2013). Vários técnicos renomados tentaram isto e não conseguiram. Ele está garantido para a disputa do Campeonato Paraense, até porque ninguém pode garantir um treinador para o ano inteiro”, explicou.
Lecheva assumiu o Paysandu quando a equipe vinha a seis jogos sem vencer na Terceirona e é considerado por setores da torcida e da imprensa paraense como o principal responsável pelo acesso do time da Curuzu à Série B 2013. Nesta 3ª Divisão, Lecheva comandou o Papão em 10 jogos, conquistando cinco vitórias, dois empates e três derrotas.
ELEIÇÃO
A eleição para a direção do Bicolor paraense será no dia 30 de novembro. Aproximadamente mil sócios terão direito a voto e vão definir a nova direção para o biênio 2013/2014.
CHAT
Para melhor informar os torcedores e sócios, o DOL promove na próxima semana dois chats com os candidatos a presidente do Papão, que terão a oportunidade de explicar suas propostas e responder às perguntas dos internautas. Na quarta-feira (28), às 15h, será a vez de Vandick Lima. Na quinta-feira (29), também às 15h, será Vitor Cunha quem poderá conversar com os eleitores. Participe.
**Fonte Portal DOL

Eleição vai definir futuro do plantel atual


Nem bem terminou a participação bicolor na Série C do Campeonato Brasileiro, já começam as especulações sobre quem fica e quem vem para a disputa da Série B do ano que vem. Com a eleição para a presidência do clube programada para o começo de dezembro, uma das chapas concorrentes teria na manga um nome de peso para vir para a Curuzu. Trata-se do veterano Iarley, meia de 38 anos que defendeu o Papão em 2003 e que estava no Goiás-GO. Após a Curuzu, o jogador chegou a ser bicampeão mundial de clubes pelo Boca Juniors e pelo Internacional-RS.

Iarley subiu na Série B com o Goiás, só que apesar da conquista foi avisado de que não terá seu contrato renovado. O motivo alegado é que com 38 anos o atacante não tem mais vigor físico para ajudar o clube dentro de campo.

Quem está no elenco e fica sem contrato no final do mês, fica a indefinição sobre a permanência ou não. "Não sei qual vai ser meu futuro. Vamos pensar quando chegar em casa", comentou o meia Alex Gaibu, um dos que se enquadra nessa definição. Após o jogo de quinta, o capitão Vânderson comentou sobre essa indefinição que passa pela espera do próximo presidente. "Vamos sair de férias e ver quem vai ficar na presidência. Acho que têm que ser mantidos pelo menos 70% desse elenco, porque ele é bom e pode ir longe."

Entre os atletas, o clima após a desclassificação era de um misto de tristeza e sentimento de dever cumprido. "Estamos tristes porque queríamos ser campeões, mas só tenho a agradecer a Deus pelo que conseguimos fazer, pelo acesso conquistado mesmo com tantas dificuldades, nosso grupo foi de heróis. Saio chateado, por outro lado temos que bater palmas para esse elenco, ninguém acreditava no nosso time", afirmou Gaibu.

**Fonte JAmazonia

Salários e premiação seguem atrasados no Paysandu


Após a eliminação do Paysandu na Série C, o foco da diretoria e principalmente do elenco bicolor, voltam a ser as questões de bastidores dentro do clube.
Além das eleições para escolher o candidato que vai substituir Luiz Omar Pinheiro na presidência do clube, os problemas financeiros seguem em pauta, dentro de fora de campo.
Os imbróglios envolvendo leilões da sede social do clube e atrasos salariais de jogadores, continuam a dar ‘dor de cabeça’ para a diretoria, mesmo com o fim da ‘Terceirona’ para os alvicelestes.
A promessa da diretoria de quitar as dívidas com o elenco, momentos antes da partida contra o Verdão do Cariri, não foi totalmente cumprida. A premiação dos atletas devido a conquista do acesso para a Série B e o mês de outubro seguem sem serem sanados.
Diretoria e plantel não falarem a mesma língua por conta de ‘grana’, inclusive, gerou um mal-estar entre as partes antes da viagem para Paragominas (PA), na primeira partida da semifinal contra o Icasa-CE
A expectativa é que a venda do lateral-direito Yago Pikachu sirva para amenizar o bolso de atletas e funcionários no Estádio da Curuzu, ainda este mês.
**Fonte Portal DOL

Lecheva planeja um 2013 positivo


Mesmo sem conseguir levar o time até a final da Série C do Campeonato Brasileiro, o técnico Lecheva considerou como superavitária sua passagem pelo Paysandu, especialmente pela conquista do acesso à Segunda Divisão, principal objetivo do clube na temporada. Mesmo sem saber se permanecerá no cargo para 2013 ou volta a ser auxiliar-técnico, garante que mesmo a derrota para o Icasa e a desclassificação da competição tiram o valor da campanha feita.

"Com certeza o torcedor está satisfeito com o acesso. Notei isso em todas as manifestações em casa. Lutamos para chegar à decisão, mas infelizmente não deu", disse. "Os números não mentem e eles são positivos. Peguei o time na sétima colocação e todos já falavam em fugir do rebaixamento. Conseguimos uma recuperação muito boa. O trabalho foi totalmente positivo. O objetivo principal foi alcançado, que era o acesso, ficou uma ponta de tristeza pela perda do título, mas no geral foi muito bom", completou Lecheva.
O comandante bicolor agradeceu ao apoio que recebeu de todos os segmentos quando assumiu o time, mas pregou que as comemorações pelo precisam dar vez ao planejamento para a próxima temporada. "Sempre tive apoio de muitas pessoas quando assumi o Paysandu, desde o Campeonato Paraense, a Copa do Brasil e a Série C, no que sou agradecido a muita gente, agora é planejar 2013, que será um ano bem mais difícil".

À frente do Papão, Lecheva esteve em dez partidas (ver quadro). Conseguiu 56,6% de aproveitamento com cinco vitórias, dois empates e três derrotas. O suficiente para o acesso. Segundo ele, em grande parte mérito dos jogadores, que souberam se unir em prol de um objetivo comum, mesmo com todas as adversidades. "O que não se pode criticar é a vontade desses jogadores. Com todas as dificuldades do dia a dia, eles ainda correram e se empenharam sempre".

**Fonte JAmazonia

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Ficha Técnica: Icasa-CE 2X1 Paysandu-PA



Icasa-CE 2X1 Paysandu-PA (agregado 4X4)
Local: Estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte (CE)

Árbitro: Ronan Marques da Rosa (SC)
Assistentes: Carlos Henrique Salbach (RS) e Ramires Santos Candido (ES)
Cartão Amarelo: Icasa: Da Silva / Paysandu:Marcus Vinicius, Thiago Costa, Thiago Potiguar, Marcus Vinicius
Cartão vermelho: Paysandu: Marcus Vinicius, Ricardo Capanema
Gols: Icasa: Niel 26' 2T, Naylhor 6' 1T // Paysandu: Thiago Potiguar 42' 2T

ICASA-CE
João Paulo; Naylhor, André Turatto e Gilberto; Thiago Bahia, Da Silva, Elanardo, Eder (Jefferson), Niel e Carlinhos Canga.
Técnico: Francisco Diá.

PAYSANDU
João Ricardo; Leandrinho (Moisés), Thiago Costa, M. Vinicius e Rodrigo Fernandes; Vanderson, Neto, Alex Gaibu (Pablo) e Thiago Potiguar; Rafael Oliveira (Neto) e Lineker.
Técnico: Lecheva.

Negociação de Pikachu rende muita especulação


Ao que tudo indica, mais uma jovem promessa da base bicolor pode ter seu destino traçado bem longe dos gramados paraenses. As dificuldades financeiras enfrentadas pelo Paysandu na reta final da Série C, entre salários atrasados e bonificações em recompensa ao acesso à Série B, teriam forçado o presidente Luiz Omar Pinheiro a negociar os direitos federativos do lateral direito Yago Pikachu.
A situação teria se desenrolado a partir da pendência salarial para com o grupo, referente ao mês de setembro e outubro. Como parte dos problemas ainda se encontram seriamente ameaçados, entre o leilão da sede e crise entre diretores e atletas, o dirigente já havia decidido negociar o jogador até a última segunda-feira, sem sucesso. No entanto, após viagem a São Paulo, uma oferta generosa, para o momento difícil, teria feito o cartola pensar duas vezes.
Inicialmente, o passe de Pikachu foi avaliado em R$ 1,2 milhões, porém, após aprovação da Assembleia Geral do clube, foi decidido que uma oferta abaixo do valor, dada por um grupo de investidores da região sudeste, seria suficiente para vender parte dos direitos federativos do atleta. “O Luiz Omar me informou que ele foi cedido por R$ 700 mil, porém, o Paysandu ainda fica com cerca de 20 ou 30% do passe dele (Yago Pikachu), não sei te precisar bem”, informou o diretor Alex Lima ao portal de notícias Diário Online.
Ainda de acordo com ele, apesar da negociata aparentemente não ser benéfica neste momento, caso o atleta venha ser negociado posteriormente, independente de qual clube for, o Paysandu ainda terá parte à receber devido a permanência de uma cota fixada no contrato de venda. O presidente Luiz Omar ainda não se pronunciou oficialmente.
**Fonte Diário do Pará

Valeu mesmo assim, Papão


O Paysandu deu adeus ontem à disputa da Série C do Campeonato Brasileiro. Com a derrota de 2 a 1 para o Icasa-CE, em Juazeiro do Norte (CE), o time paraense caiu nas semifinais da competição e deu por encerrada a temporada 2012. Mas terminou superavitário, com o principal objetivo do ano alcançado, o acesso para a Segunda Divisão do futebol nacional. Como o próprio capitão Vânderson disse antes mesmo do primeiro jogo: voltar à Série B era o que mais importava. A desclassificação traz como único prejuízo ao Papão a perda de preciosos pontos no novo ranking da CBF, lista que trará, no futuro, entre outras coisas, possíveis participações na Copa do Brasil.

Numa temporada de muitos erros e acertos, o Paysandu passa a partir de agora a pensar em outro patamar, numa competição nacional em que tudo é mais difícil. Mas se a Série B é mais complicada, é também mais vantajosa financeiramente e dá mais visibilidade.

A partir de hoje o clube passa a viver quase que unicamente o clima de eleição. No final do mês Victor Cunha ou Vandick Lima será eleito para comandar o Papão na Segundona. Renovações, dispensas, contratações e até a permanência ou não de Lecheva à frente do elenco passam a depender do que vem adiante. O próprio treinador preferiu não tecer maiores comentários ontem sobre o que está por vir. "O momento ainda é de comemoração pelo acesso. Depois vamos pensar nessas coisas", afirmou Lecheva.

O volante e capitão Vânderson, um dos principais protagonistas do acesso, preferiu valorizar o que de mais importante foi feito no ano. O jogador lamentou a perda da chance de disputar o título nacional, mas não tanto assim. "Dava para chegar mais longe, mas não apaga nada do que fizemos. Todos sabem as dificuldades que encontramos com desconfiança, críticas e salários atrasados. Ainda assim fizemos o que se esperava da gente, com um acesso que para mim é um título", afirmou Vânderson, que projeta uma manutenção de parte ndo elenco para 2013 para a preparação para a disputa da Série B.

"Vamos sair de férias e ver quem vai ficar na presidência. Acho que tem que ser mantido pelo menos 70% desse elenco porque ele é bom e pode ir longe."

O capitão bicolor salientou todos os problemas vividos pelo elenco até a conquista da volta para a segunda divisão, inclusive os constantes atrasos salariais. "Quem viveu nosso dia a dia sabe o quanto foi difícil para a gente. Estamos trabalhando praticamente de graça com dois meses de salários atrasados. Sabemos que o presidente está correndo atrás, mas o clube precisa de apoio de todos."

**Fonte JAmazonia

Paysandu perde por 2 a 1 e está fora da Série C


O Icasa-CE venceu o Paysandu por 2 a 1 na noite desta quinta-feira (22) e passou à final do Campeonato Brasileiro da Série C. A partida ocorreu no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte (CE). O Verdão do Cariri conseguiu a classificação porque fez dois gols no jogo de ida, na sexta-feira (16) passada, em Paragominas, quando o Papão venceu por 3 a 2.
1º Tempo
 O Paysandu começou bem. Nos primeiros seis minutos o Bicolor paraense fez um blitz no setor defensivo do Icasa-CE, levantando pelo menos três vezes a bola para a área do time cearense. Porém, aos 8 minutos, em uma cobrança de escanteio, a equipe da casa fez o primeiro gol com o zagueiro Naylhor, após uma falha da zaga bicolor.
Ainda na primeira etapa o Papão pressionou, mas a melhor chance de gol foi do time cearense. Carlinhos cobrou falta no travessão e o goleiro João Ricardo tirou a bola em cima da linha após uma cabeçada. A melhor chance do Bicola apareceu aos 43 minutos. Thiago Potiguar foi lançado e cruzou para Rafael Oliveira que chegava no meio da área. A zaga do Icasa-CE afastou o perigo.
2º Tempo
 O Verdão do Cariri voltou para a segunda etapa com tudo. Logo no primeiro minuto Carlinhos arriscou de fora da área e a bola passou perto do gol de João Ricardo. Depois disso, aos 18, 20 e 22 minutos a equipe cearense teve três oportunidades de marcar. Aos 24 minutos, Marcus Vinicius meteu a mão na bola na área e o árbitro marcou pênalti. O zagueiro bicolor foi expulso e Niel, aos 25 minutos, marcou o segundo gol.
Aos 28 minutos, Ricardo Capanema fez falta dura e recebeu o segundo cartão amarelo, acabando expulso da partida. O Papão estava meio atordoado, mas aos 42 minutos Thiago Potiguar arriscou de longe e acertou o ângulo direito do goleiro João Paulo. O Bicola ainda teve uma chance de empatar a partida e ficar com a vaga, em uma falta na entrada da área. Porém, Rodrigo Fernandes cobrou mal e isolou a bola.
FORA DA SÉRIE C
 O resultado retirou o Paysandu do Campeonato Brasileiro da Série C. Agora o Bicolor paraense entra de férias, mas com o objetivo – acesso à Série B 2013 – conquistado. O Icasa-CE espera o resultado do confronto entre Oeste-SE e Chapecoense-SC, que ocorrerá às 19h da sexta-feira (23), em São Paulo.
**Fonte Portal DOL