O confronto com o Macaé-RJ seria dos mais complicados para o Paysandu, diziam os jogadores antes da partida. E foi. Felizmente, para a torcida bicolor, com o desfecho tão desejado.
Mesmo com a derrota por 3 a 2, o Papão garantiu retorno à Série B do Campeonato Brasileiro, objetivo perseguido com sofreguidão havia seis anos. A vitória por 2 a 0, em Paragominas (PA), foi fundamental para o acesso alviazul.
O acesso veio num ano em que, mais uma vez, a diretoria "fez de tudo para atrapalhar". A enxurrada de erros da cartolagem seguiu o mesmo roteiro de anos anteriores, com contratações erradas em profusão e sem critério.
Para deixar as coisas mais difíceis, até algumas contratações acertadas acabaram dando em nada. Quem poderia criticar a contratação do técnico Roberval Davino, com tempo suficiente para montar um bom time antes do início da competição? Ou então a de Givanildo Oliveira para substituí-lo?
Quando a fase é ruim, nem profissionais vencedores conseguem fazer a diferença. Foi então que brilhou a estrela de Lecheva, um treinador sem muita experiência no cargo, mas com uma identidade com o Paysandu. Tal condição o fez tirar leite de pedra e levar o time paraense à Segunda Divisão.
O desafio maior vem agora, não necessariamente a disputa pelo título da Série C. Todo e qualquer torcedor quer levantar taça, mas nesse caso o acesso à Segunda Divisão é o que conta para a torcida bicolor.
Agora é deixar os erros para trás e, em parceria com a torcida, voltar a ser relevante no futebol brasileiro. A caminhada bicolor está só no começo. A Fiel está em festa e o Paysandu na Série B. É o que interessa.
**Fonte JAmazonia
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