O embarque do Paysandu rumo a Macaé (RJ), ontem de manhã, foi cercado de muita euforia e esperança na conquista do acesso para a Série B. No entanto, dentro da delegação há uma preocupação que somente o treino de hoje de manhã, já na cidade do norte fluminense, poderá dirimir: a utilização do volante Vânderson. O capitão bicolor sentiu um desconforto na coxa direita ainda na quarta-feira à noite, no último treinamento em Belém antes da viagem, o que o impediu de trabalhar normalmente. Ontem à tarde, ele foi poupado da movimentação em Macaé e se não treinar logo mais passa oficialmente a ser uma séria dúvida.
Por causa das dores em Vânderson, o volante Neto, que também pode ser utilizado na zaga, foi incluído na delegação para ficar de sobreaviso. Pela lógica de quem já estava na delegação, Leandrinho e Júnior Maranhão saem na frente como opções diretas caso o capitão seja vetado.
Leandrinho é quem tem sido acionado nessas ocasiões. Opção para as duas laterais, para a cabeça de área e a armação, o jogador não se incomoda em ser o curinga do elenco. "Quando fui acionado sempre procurei ajudar. Me considero um 12º titular e é importante um elenco ter um jogador que desempenhe mais de uma função. Tive oportunidades com todos os treinadores e isso é prova de profissionalismo", afirmou o jogador.
Júnior Maranhão reúne características mais semelhantes às de Vânderson, inclusive na experiência. A torcida, afirma ele, é para o capitão se recupere, até pelo momento que ele vive no time. Mas, se for preciso, está a postos. "O Vânderon é um líder. Um cara que vem mantendo uma regularidade muito boa, mas é importante estar preparado. O momento dele só faz aumentar a responsabilidade de quem é da posição", afirmou o volante, que tem um dos melhores aproveitamentos em cobranças de faltas em treinamentos. "Trabalho muito esse fundamento. Cobranças de faltas e chutes de fora da área são características minhas e que marcaram minha carreira. Espero ter a oportunidade de poder usar essa arma".
O cabeça de área foi indicado por Givanildo Oliveira e teve apenas uma oportunidade de entrar em campo, em parte do empate com o Águia, em Marabá. Segundo ele, mesmo de fora em quase todas as rodadas sempre há como ajudar. "Acho que temos que ser profissionais sob quaisquer circunstâncias. Quando cheguei aqui o time estava formado e o pessoal vem mantendo uma regularidade, o que é bom. Com a experiência a gente procura desempenhar um bom papel mesmo de fora, com conversas, diálogos, de todos os jeitos", observou Maranhão.
**Fonte JAmazonia
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