quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lecheva sonha em fazer do bicolor o azarão da Copa do Brasil


Quando assumiu o Paysandu no ano passado, Lecheva conseguiu levar o time à melhor campanha de sua história na Copa do Brasil, caindo na terceira fase diante do Coritiba-PR, após duas convincentes vitórias sobre o Sport Recife-PE, sendo a segunda uma goleada em plena capital pernambucana. Ele usa esse exemplo e outros do histórico da competição para valorizá-la, lembrar que muitas vezes times menos cotados conseguem surpreender e ir longe, alguns até conquistando o título. Pois, surpreender é o que quer o comandante bicolor.

"É uma competição que vez ou outra apresenta uma surpresa, com um clube não tão grande nacionalmente conseguindo chegar bem, até conquistando o título", disse. "Ano passado assumi a equipe e conseguimos ir até a terceira fase pela primeira vez na história do clube. Agora queremos mais, queremos a quarta, quinta fase. Tenho os pés no chão, mas sonho alto. Quem sabe a gente não reedita uma das surpresas da Copa do Brasil?", completou Lecheva.

O treinador admitiu que ainda pensa fazer mais mudanças na equipe titular. Além do lateral esquerdo Rodrigo Alvim, do volante Esdras e do atacante Héliton, Lecheva estuda a possibilidade de promover a entrada de mais alguns. Segundo ele, ainda vai se reunir com a comissão técnica, em especial com o preparador físico Wellington Vero, para saber da necessidade de poupar a lguém que esteja mais desgastado. "Ainda vou analisar. Tenho o dia todo antes do jogo para decidir isso. Vou conversar com cada um, com o preparador físico e, aí sim, definir a equipe que vai iniciar a partida."

Outro trabalho que Lecheva está tendo nos últimos dias é blindar os jogadores de toda a confusão que envolve o Parazão. De acordo com ele, por enquanto todos estão entendendo bem o que está se passando e qual o papel deles nesse momento. "Acho que quem está aqui é bem consciente que são duas competições diferentes e que esse momento aconteceria. Também estou aqui para orientar cada um sobre as necessidades de cada uma das competições", afirmou. "Temos que fazer o nosso trabalho dentro de campo, com treinamentos físicos, técnicos e táticos e esperar quando for o momento de jogar. Não cabe a nós nos preocuparmos com isso", finalizou o técnico

**Fonte JAmazonia

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