terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Técnico começa a ser contestado

Embora ninguém admita publicamente, os dois últimos resultados, considerados tropeços, já geram questionamentos sobre o trabalho de Sidney Moraes. Na alta cúpula do Paysandu, há quem avalie o treinador de forma negativa, reiterando que Moraes não tem pulso para conduzir o grupo de jogadores em um ano crucial, cujos objetivos são variados como a retomada do título estadual, a conquista da Copa Verde e a manutenção na Série B do Brasileirão. Um novo resultado negativo, diante do Cametá, além de comprometer a classificação à fase semifinal do Parazão, pode estourar de vez um princípio de crise no estádio bicolor.   
A avaliação que paira sobre Sidney Moraes, no entanto, é apenas momentânea. Depende da sequência de resultados. O principal inimigo de Moraes, analisando o aspecto técnico, é a irregularidade da equipe, própria de um time em formação. “Temos que ter a regularidade nos dois tempos. E a gente está buscando isso. Que isso sirva de alerta. Vencer é o que buscamos nos jogos”, disse o comandante, após o time apenas empatar contra o fraco time do Santos-AP. “Saímos com pesar, ar de derrota, porque a gente levou uma, duas bolas no segundo tempo. Eles quase não chegaram, mas fizeram o gol.”
Outro motor das críticas ao trabalho de Sidney Moraes são as suas substituições, sem nenhum caráter inovador, não trazendo mudanças táticas, como o ex-treinador do Paysandu, Mazola Júnior, costumava fazer. Sidney se defendeu, argumentando que há uma condicionante física, desprezada pelos analistas. “As alterações são, sempre, para colocar um jogador descansado e para ter mobilidade. No segundo tempo, alguns dos jogadores caíram de produção. O Rogerinho e Leandro Cearense caíram muito pelo cansaço.” Das alterações promovidas, apenas uma vem agradando: Leandro Canhoto, que se comportou bem nas três partidas. “O Canhoto entrou bem, vem ganhando o seu espaço, mas é um garoto de apenas 20 anos”, observou Sidney, dando a entender que é preciso preservá-lo e não colocá-lo sob o peso da responsabilidade de conduzir o Paysandu imediatamente.
**Fonte JAmazonia

Um comentário:

  1. Esse técnico é previsível, não modifica a estrutura do jogo quando realiza as alterações, é muito fraco.

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