Com apenas uma vitória em quatro jogos, o Paysandu corre sérios riscos de não se classificar às semifinais do primeiro turno do Parazão. Na primeira fase da Copa Verde, o time precisa de um resultado positivo contra o Santos-AP, no jogo de volta, no próximo dia 22, em Belém, para avançar.
Apesar da situação incômoda, o presidente bicolor afirma que não cogita a troca do comando. “Não estamos satisfeitos com os resultados e vamos conversar para buscar a soluções, mas isso se resolve com trabalho. Não vamos fazer nenhuma loucura para deixar o time endividado no futuro”, promete Alberto Maia.
Além de confiar no trabalho do treinador, que ele reconhece que teve pouco tempo para treinar efetivamente a equipe, Maia refuta os questionamentos acerca da qualidade do grupo bicolor. “Não é porque perdeu dois jogos que, de repente, ninguém presta mais. Não, não é assim. Nós trabalhamos para montar um plantel forte e que antes das competições começarem era elogiado, até considerado melhor que o da última temporada”, rebate.
Sobre a mudança radical no elenco, em relação ao que conquistou o acesso à Série B, o mandatário do clube descarta que houve precipitação no número de contratações. “Fomos obrigados a fazer isso. Não tínhamos um time, perdemos muitos jogadores e o novo time precisava ser mais forte que o anterior, até pelo nível de uma Série B. O que não dava para fazer era aceitar algumas pedidas salariais fora da realidade que recebemos e depois deixar dívidas para o clube”, encerra o presidente.
**Fonte Diário do Pará
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