sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Time terá Mais dificuldades pela frente no segundo turno

Em condições críticas e praticamente alvejado da disputa do primeiro turno do Parazão, após perder duas vezes seguidas, até de forma surpreendente, o Paysandu tenta se concentrar nas possibilidades futuras. E a princípio, embora ninguém jogue a toalha publicamente, o mais provável é que o clube retorne a disputa pelo título do Parazão apenas no segundo turno. A tabela da Taça Estado do Pará foi divulgada ontem (ver matéria na página 32), detalhando datas e horário de todos os jogos. E como já era esperado, a fase classificatória vai durar menos de um mês - salvo alguma mudança em função da Copa Verde, considerando a hipótese de sobrevivência de Paysandu, Remo e Independente.
Se o primeiro turno está sendo surpreendente, e avaliado negativamente, o cenário do returno continuará problemático para os bicolores. Serão dois jogos fora de casa, dois dentro e um neutro, que é o clássico Re x Pa. O Paysandu reiniciará o campeonato no dia 15 de março, encarando o Castanhal, fora de casa.  Depois, pega o Parauapebas, na Curuzu. Na terceira rodada, voltará a pegar a estrada com destino a Tucuruí, para medir forças contra o competitivo Independente.  Na quarta e quinta rodada, serão jogos em Belém. No dia 29, será o desafio contra o Remo. O Papão fechará a sua participação diante do São Francisco.
Para ter chances de seguir vivo na disputa, a lógica diz que o Paysandu deverá fazer, no mínimo, 10 pontos.  E para isso, terá que eliminar as surpresas da competição. A luta bicolor será para se impor como favorito ao caneco do returno. Ainda com a cabeça inchada por conta do último tropeço, frente ao Cametá, em plena Curuzu, a diretoria alviceleste tentou assimilar o golpe, visando a evolução em um curto espaço de tempo. “A campanha não nos agrada, não agrada qualquer torcedor do Paysandu. Estou tão chateado, quanto qualquer torcedor. Temos que avaliar o que está ocorrendo e buscar melhorias, sempre”, vislumbrou o presidente do Paysandu, Alberto Maia.
**Fonte JAmazonia

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