sexta-feira, 6 de julho de 2012

Respeito pelo Guarany-CE leva equipe à pesquisa


Numa era de informações imediatas, os bicolores não ficam para trás e garantem já ter algumas informações sobre o adversário de amanhã. Seja com o treinador, com amigos, por jornais ou pela internet, o dever de casa foi feito pela maioria dos jogadores, que garantem que não serão pegos de surpresa. "O time deles tem qualidade, conseguiu um empate com o Santa Cruz-PE no Arruda. Estamos estudando os pontos fortes deles, como a bola parada. O professor deve passar algumas coisas a mais amanhã (hoje)", confirmou Yago.

O zagueiro Thiago Costa teve a ajuda dos companheiros de zaga para saber mais sobre o Cacique do Vale, especialmente sobre os atacantes com quem estará cara a cara em pouco mais de 24 horas. "Desde o final do jogo de segunda-feira o assunto passou a ser o Guarany-CE. Vamos entrar com bastante cuidado para não levar gols e procurar marcar sempre, do início ao fim", disse. "Não lembro bem os nomes dos atacantes. O Fábio (Sanches) comentou que tem gente rápida e um homem de referência. Se for assim, teoricamente não devemos ter dificuldades quanto ao posicionamento, já que atuamos com três zagueiros", completou os três defensores.

Para o meia Harison, se o Guarany encarou bem a pressão na estreia na Série C, jogando fora de casa, o Paysandu também sabe muito bem que é viver sob cobranças eternas. "Sabemos que é uma equipe muito rápida. Ninguém empata contra o Santa Cruz no Arruda se não tiver qualidade. Se o estádio de Sobral vai estar lotado eu não sei, mas o que é certo é que nós aqui somos acostumados a jogar sob pressão".

Roberval Davino deixa claro que o time vai manter a mesma pegada da estreia diante do Luverdense-MT e que buscou muitas informações sobre o rubro-negro de Sobral (CE). Ainda que não houvesse desfalques, explica o treinador, o Paysandu teria pronto algumas variações para utilizar nos 90 minutos para tentar surpreender. "O modelo de jogo vai ser o mesmo ainda que tenha que mudar o time. Mas, é lógico que já estudei o adversário para tentar explorar algumas forças nossas e características dele. No meu sistema crio esquemas para cada partida", observou Davino. "Claro que conheço o adversário. Sou obrigado a isso. Não faço bico no futebol; essa é a minha profissão. Eu já sei o que fazer; se quiserem saber vão ter que pesquisar", disse o treinador.

**Fonte JAmazonia

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