domingo, 4 de março de 2012

Bicolores querem acertar o pé diante do São Francisco


Após o empate sem gols com o Cametá, no meio de semana, o técnico bicolor comentou que não fosse a grande atuação do goleiro adversário a apresentação do Paysandu seria lembrada como muito correta, de fato, como Nad bem lembrou, o time defendeu bem, criou jogadas e finalizou quase sempre com correção. Para hoje de manhã, ele quer mais do que foi feito. Quer, além da vitória, um crescimento da equipe. "A pegada tem que ser a mesma ou mais forte. Tem que sempre melhorar. Temos que trabalhar a bola com mais velocidade porque nossos meias e atacantes são rápidos. Não podemos dar tempo para a marcação adversária se postar", comentou o treinador.

No confronto de logo mais o condicionamento físico dos atletas deve ser um diferencial. As duas equipes ficaram de fora da fase semifinal e passaram 34 dias apenas treinando. A equipe santarena teve um período mais turbulento, com troca de técnico. A bicolor ficou em Belém, trabalhou quase ininterruptamente e já mostrou uma melhora considerável na rodada anterior.

Para o zagueiro Douglas, o fato de o time estar bem fisicamente pode ser um diferencial contra o São Francisco. "Contra a Cametá já fez a diferença. Fomos superiores fisicamente e mantivemos o padrão até o final. Independente do horário, de como estiver a temperatura, vamos desempenhar o nosso melhor. O que temos que fazer agora é passar por mais esse obstáculo. O time tem evoluindo e vamos chegar às vitórias. A gente tem que marcar junto e ter uma boa cobertura. Vamos fazer uma boa marcação, com certeza."

O jogador praticamente não treinou entre as duas partidas, tendo participado apenas do trabalho de ontem, bem mais leve. As dores na coluna por causa da longa e desgastante viagem a Cametá. Mas ele garante que não é nada que vá trazer qualquer problema no compromisso de hoje. "A coluna agradeceu bastante o descanso, a viagem a Cametá foi muito doída. Infelizmente isso faz parte do futebol. Mas vou jogar sim. Vou descansar, tomar os remédios e ir pra campo. Felizmente foi coisa pouca", finalizou Douglas.

**Fonte JAmazonia

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