Por essa o técnico Sidney Moraes e, principalmente, o torcedor do Paysandu não esperava: o atacante Bruno Veiga, principal referência ofensiva bicolor, está fora da partida de estreia do time no Parazão 2015, nesta segunda-feira, diante do Gavião Kyikatejê, no estádio da Curuzu.
Ontem, o gerente executivo de futebol do clube, Sérgio Papellin, informou que o atleta não pôde ser regularizado a tempo no departamento de registro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o que só deve acontecer para a segunda partida do Papão na competição, contra o Tapajós, em Santarém.
Papellin atribuiu o desfalque do atleta a indecisão do grupo empresarial que adquiriu 70% dos direitos econômicos do atleta. Inicialmente, segundo o gerente, estava acertado que Bruno teria seus direitos federativos vinculado ao Duque de Caxias-RJ, que emprestaria o jogador ao Papão.
Mas, depois o grupo de investidores mudou de ideia e liberou o atacante para ser vinculado diretamente ao Paysandu. No entanto, o grupo voltou atrás e decidiu adotar a proposta inicial, com o jogador sendo vinculado diretamente ao clube carioca.
Somente anteontem, segundo o dirigente, o Caxias, cujo vice-presidente é um dos membros do grupo empresarial, pagou as taxas e deu entrada no contrato do jogador na CBF.
Como a transferência por empréstimo do atleta ao Paysandu leva, no mínimo, 48 horas, o jogador está fora do jogo, uma vez que não há expediente hoje na Confederação e o jogo com o time indígena será na segunda.
“Por culpa única e exclusiva do grupo de investidores não tivemos como regularizar o atleta”, lamentou Papellin. “Ele só joga se ocorrer um milagre, como no caso do Brasília-DF”, ironizou o gerente, referindo-se a polêmica em torno do título da Copa Verde de 2014.
O dirigente acredita, porém, que para o segundo jogo do time no Estadual, contra o Tapajós, no final de semana, tanto Bruno, como o meia Leleu e o volante Radamés já estejam em condições de jogo.
**Fonte Portal DOL
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